LANÇAMENTO DOS VINHOS ORGÂNICOS CHECCHIN NO ARMAZÉM DONA IDALINA

LANÇAMENTO DOS VINHOS ORGÂNICOS CHECCHIN NO ARMAZÉM DONA IDALINA

LANÇAMENTO DOS VINHOS ORGÂNICOS CHECCHIN NO ARMAZÉM DONA IDALINA

A Vinícola Cecchin é argentina da região de Mendoza e está divulgando  recente produto: vinhos naturais, orgânicos, veganos e biodinâmicos. Essa nova linha de vinhos teve lançamento em julho, no Armazém Dona Adelina, na avenida Portugal, em Santo André, em evento comandado pela simpática Patrícia Caseiro. Durante todo o dia, clientes que circularam  pela loja tiveram a chance de provar esses vinhos (branco, tinto e rosée).

História do vinho

O vinho é uma das bebidas mais antigas do mundo!

Não houve Grande Navegação na Idade Moderna sem vinho. Foi o gosto dos europeus pela bebida, que, inclusive, disseminou o cultivo de uva mundo afora. Antes disso, na Idade Média, fez parte de cada refeição – e foi a época que surgiram algumas vinícolas que existem até hoje.

Também permeou toda a cultura greco-romana, por meio da mitologia (deus Baco ou Dionísio, só escolher o seu preferido) e esteve em tumbas de faraós egípcios, civilização mais antiga da história da humanidade…

Acredite ou não, alguns arqueólogos acreditam que o vinho teria surgido na pré-história. Isso porque resquícios dos caroços de uvas foram encontradas em cavernas estudadas até os dias de hoje.

Em que momento, então, começou oficialmente a fazer parte da história? Exatamente a partir da domesticação das vinhas, a partir da Revolução da Agricultura. O mais aceito pelos pesquisadores é que sua origem está exatamente entre a Geórgia, Armênia e Turquia, numa região conhecida como Cáucaso. E há quanto tempo? Nada mais nada menos que 8 mil anos.

Naquele tempo a bebida passou a ser vendida pelos povos mesopotâmicos. Os vinhos eram acondicionados em odres – espécie de bolsas feitas de peles de animais – e então transportadas. Mais tarde, viria a ser vendida entre os sumérios e babilônios. Foram se passando os anos (ou melhor dizendo, os séculos, milênios), e no século III a.C. longas faixas de terra ao longo do Nilo eram dedicadas ao cultivo de uvas.

Um dos melhores registros disso vem, inclusive, de achados arqueológicos no Egito. Foi nos desenhos e hieróglifos registrados meticulosamente como era feita a vinicultura, prensagem das uvas e o processo de fermentação. É lá também que está a origem dos primeiros rótulos, onde havia informações sobre as uvas, safras e até descrição dos sabores do vinho sobre jarras de barro.

Não pense, porém, que o vinho era consumido cotidianamente pelos egípcios. Considerado uma bebida especial, era reservada às oferendas aos deuses e reis.

A descoberta de uma adega de 3.700 anos de idade, na cidade de Tel Kabri, sugere que o vinho teria nascido em Israel. A hipótese, inclusive, foi tema de reportagens do Wall Street Journal e New York Times, com base na história de um grupo da Universidade George Washington, que encontrou 40 jarras contendo o que um dia foi vinho.

Sendo verdade ou não (essa não é a mais aceita das hipóteses, como você já viu), o interessante da descoberta foi identificar como eram os vinhos antigos: doces, fortes e medicinais. Ainda foram identificados toques de canela na bebida. O arqueólogo Andrew Koh encontrou, ainda, traços de compostos que sugerem que outros ingredientes foram adicionados ao vinho, incluindo mel, menta e e

Outra hipótese bem lúdica, diga-se de passagem, é que a histórica bebida tenha surgido ainda na Pangea! Não sabe do que estamos falando? Do tempo em que todos os continentes eram um só… Pois bem, quem defende a ideia é Paul Lukacs, em seu livro “Inventando Vinho: A nova história de um dos prazeres mais antigos do mundo”.

Fonte: Internet

 

Patricia Caseiro

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