Espetáculo Acorda, Alice!…através da Tela, com direção de Juliana Sanches, reestreia em curta temporada virtual e gratuita, nesta quinta, 18/3.

Espetáculo Acorda, Alice!…através da Tela, com direção de Juliana Sanches, reestreia em curta temporada virtual e gratuita, nesta quinta, 18/3.

Realizado pelo Coletivo A.CORDA, espetáculo online “Acorda, Alice!…através da Tela”, reune 24 mulheres que formam o coletivo dirigido por Juliana Sanches. Inspiradas por autoras feministas, atrizes investigam encaixes e desencaixes de padrões de idade e gênero em diferentes fases da vida da mulher e encenam a relação da mulher no tempo. Com estréia nesta quinta, 18 de março, o espetáculo realiza curta temporada online, de quinta à domingo às 21hs e 17 horas, respectivamente, entre os dias 18 e 28 deste mês. Os ingressos são gratuitos e o espetáculo é realizado com apoio da Lei Aldir Blanc. o espetáculo “Acorda, Alice!…através da Tela”, do Coletivo A.CORDA, sob direção de Juliana Sanches, que fez duas temporadas de sucesso em São Paulo no Teatro de Container, na Santa Efigênia, e na Vila Maria Zélia, desde 2019, reestreia nesta quinta, 18 de março, nova montagem online. Em curta temporada, pela plataforma Sympla Streaming, com ingressos gratuitos, a nova temporada que reune em cena 24 atrizes, é resultado de fomento da lei Aldir Blanc. Composto por 24 mulheres, o espetáculo “Acorda, Alice!…através da Tela”, do Grupo XIX de teatro, resulta do trabalho de co-criação das atrizes sobre as obras de Adélia Prado, Ângela Davis, Carolina de Jesus, Hilda Hilst, Jane Austen, Simone de Beauvoir, Virgínia Woolf, Virginie Despentes, etc, em uma reflexão sobre os encaixes e desencaixes de padrão de idade e gênero na vida mulher. As cenas, sob a perspectiva e vivência de cada atriz estimulam o diálogo entre “mulher e o tempo”. “Fazer Arte hoje, nesses tempos tão tristes, com tantas perdas, se faz mais do que necessário, é um ato de esperança e fé. Nesse sentido, reestrear o A Corda, Alice! Através da Tela é a afirmação dessas vozes femininas marcando esse tempo, na tentativa de dias melhores, mais femininos, uma busca em alcançar outro tempo: uma tempa”, explica Juliana Sanches. Serão ao todo 8 apresentações, que acontecerão remotamente entre os dias 18 e 28 de março, sendo às quintas e sextas-feiras às 21 horas e aos sábados e domingos às 17 horas. Nas apresentações das sextas, dias 19 e 26 de março, os recursos de tradução simultânea em Libas – Língua Brasileiras de Sinais, legendas e audiodescrição estarão disponíveis ao público. No mês em que celebramos o Dia Internacional da Mulher e em tempos de lockdown, ir ao teatro remotamente pode ser um sopro de esperança que só a arte é capaz de proporcionar, além de um afago na alma proporcionado por essas mulheres. Imperdível! SOBRE O COLETIVO A.CORDA: Em Março de 2019, 24 mulheres se debruçaram sobre a temática “Mulher No Tempo”, instigadas por obras de escritoras de diversas épocas, lugares e estilos, como Sylvia Plath, Adélia Prado, Hilda Hilst, Carolina de Jesus, Jane Austen, Virgínia Woolf, Simone de Beauvoir, Angela Davis, Virginie Despentes, entre outras, sob a orientação da atriz, diretora e dramaturgista, Juliana Sanches. As artistas exploraram os encaixes e desencaixes, reais e imaginados, dentro dos padrões de idade e gênero, dos espaços públicos e privados, nas diferentes fases de vida da mulher. Investigaram, assim, os pontos de tensão e alívio entre os tempos internos e externos, as pressões sociais e pessoais, os desejos impostos e mais genuínos. As atrizes assumiram a autoria de seus próprios textos e propostas cênicas, que foram concatenados pelo dramaturgismo de Juliana Sanches, num processo especialmente colaborativo. Esse trabalho valoriza tanto as obras produzidas por mulheres ao longo da história, como a criação dramatúrgica feminina atual. O resultado é um vasto campo de descobertas, que enfatiza a importância histórica do registro feito por mulheres para as futuras gerações. Nesse sentido, as artistas-criadoras apresentam uma postura política contundente na busca por equidade num processo de construção e abertura de espaços de protagonismo feminino. Nasce assim, o espetáculo “A Corda, Alice!” que depois de uma temporada de sucesso no teatro em Janeiro   de 2020, ganha agora  fôlego novo ao iniciar um ciclo, que atempa dois anos desde o princípio  de toda a concepção. “A  Corda, Alice” passa a entrar nas casas das pessoas “Através Da Tela”. No período de pandemia, as artistas se mantiveram unidas, mergulharam em um  processo de (Re) criação digital, respeitando tanto a necessidade do distanciamento social quanto a urgência de “viralizar” o afeto através das redes, dessa maneira (re) nasce “ A Corda, Alice!…através da tela”, com temporada de 18 a 28 de março de 2021. SINOPSE: A corda, Alice!…através da tela!  O ponto de partida é a chegada de seis mulheres em um espaço de encontro digital habitado por outras, que parecem saber sobre o tempo e sua passagem. As recém-chegadas perguntam e demonstram insegurança quanto as horas, os dias, os anos: Qual é o tempo em que vivo, o que ele marcou na minha carne? O que esperam de mim, de nós no decorrer desse tempo? Como ele nos percorre e como nós o atravessamos? Sempre marcado pelo tempo, o espetáculo percorre a trajetória cíclica da mulher, passando pelas fases da menina, adolescente, adulta e anciã. Nesse jogo, todas se misturam e se contagiam numa dança de cumplicidade e sororidade. As perguntas e as respostas já não importam mais, pois elas se colocam juntas neste tempo. Construída a partir de vários encontros digitais e cenas solitárias, o experimento acompanha cada personagem em um fluxo de tempo diferente, mas cronologicamente seguido pelo tiquetaquear do relógio. Pela estrutura fragmentada, não há hierarquização das personagens, que em sua maioria contam experiências reais costuradas com a dramaturgia das escritoras pesquisadas. SOBRE A DIRETORA JULIANA SANCHES – Grupo XIX de Teatro: Feminino em cena. A atriz e diretora Juliana Sanches, co-fundadora do Grupo XIX de Teatro, desenvolve há alguns anos um trabalho de residência artística na sede do Grupo, na Vila Maria Zélia. Ela trabalha com temas ligados às questões femininas, orientando artistas das mais diversas formações. Trata-se de uma espécie de ramificação do trabalho do coletivo, que dá continuidade às linhas de pesquisa do grupo e proporciona um rico intercâmbio entre artistas do Brasil e do exterior. FICHA TÉCNICA: Dramaturgismo: Juliana Sanches | Texto: Acorda Coletivo | Montagem Audiovisual Edição e Finalização: Val Hidalgo | Direção Geral: Juliana Sanches | Assistência de Direção Audiovisual: Alice Stamato | Figurino: Juliana Sanches e Acorda Coletivo | Iluminação: Acorda Coletivo | Elenco: Alice Stamato, Cacau Fonseca, Carol Andrade, Ericka Leal, Jaqueline Beatriz, Joice Bacantte, Juliana Roberta, Larissa Alves, Leticia Stamatopoulos, Lídia Engelberg, Lidi Seabra, Ligia Fonseca, Mahê Machado, Mariela Lamberti, Priscilla Nina, Rebecca Leão, Renata Dalmora, Rita Damasceno, Samira Uchôa  e Victória de Paula | Atrizes que estiveram no processo: Lorena Barreto, Paloma Dantas e Vanusa Di Santi | Produção: Acorda Coletivo | Realização: Dama Produção | Mídias sociais: Samira Uchôa | Assessoria de Imprensa: Bossa Nova| Designer gráfico: Juliana Robertz | Teaser: Juliana Robertz | Técnica de transmissão: Carla Leoni | Ínterprete de LIBRAS: Paula Rosa | Audiodescrição: Rebecca Leão | Fotos: Anoca Freitas, Gabriela Burdmann, Giorgio D’Onofrio e Marília Apolônio SERVIÇO: Acorda, Alice!…através da Tela Curta Temporada Dias: 18,19, 20, 21, 25, 26, 27 e 28 de março; Horários: Sextas e Sábados às 21 horas e Sábados e Domingos às 17 horas. Plataforma: https://www.sympla.com.br/produtor/acordaalice Ingresso gratuito ATENDIMENTO À IMPRENSA: Debora Romanini – jornalismo@bossacomunicação.com.br Tel: 11 97597 7790 @bossacomunicacao

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